Um dos principais indicadores de desempenho do setor sucroenergético é a quantidade de cana moída durante uma safra. Este número afeta diretamente a produção de açúcar, etanol e energia, assim como a manutenção e saúde dos canaviais — e das usinas.

NovaCana 22 jun 2016 - 11:44

Parte do papel das consultorias engajadas no setor é prever qual será esse montante e assim conseguir indicar possíveis rumos e comportamentos do mercado. O sócio-analista da Agroconsult, Fábio Meneghin, é uma das pessoas por trás dessas previsões.

Munido de técnicas modernas como imagens de satélite, acompanhamento do desenvolvimento vegetativo e índices do ativo biológico das usinas, ele consegue traçar cenários bastante próximos dos reais para as safras de cana-de-açúcar. A previsão da Agroconsult para 2015/16 foi de 620 milhões de toneladas processadas, apenas 2,3 milhões além dos números de encerramento da safra divulgados pela Unica no mês passado.

 

Palestra: Safras 2016/17 e 2017/18, visões sobre o seu desenvolvimento e suas margens

Por: Fábio Meneghin
Data: 27 de junho às 16h50
Local: Hotel Tivoli - Mofarrej

programacao

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Em sua palestra, Meneghin deseja ir ainda mais além que projetar a moagem do próximo período. “Pretendo mostrar as produções esperadas para a safra atual e próxima, bem como as margens por produto e por tonelada de cana, e finalizar com um exercício que mostra o real valor das empresas produtoras de açúcar e etanol”, adianta.

Safra 2016/17

Para a safra atual, a Agroconsult prevê um valor levemente acima da média: 626 milhões de toneladas ante moagem média de 623 milhões.

estimativas

Vale notar também que desde a safra 2014/15 não existe uma elasticidade tão grande para o índice. Naquele período, a diferença entre as previsões mínima e máxima era de 72,9 milhões de toneladas. Agora, a diferença é menor, 64 milhões de toneladas, mas superior à da safra anterior.

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