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Etanol: Mercado: Regulação

Inflação nos alimentos reacende debate sobre comida versus combustíveis


BiodieselBR - 29 jun 2022 - 10:45
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No sentido horário a partir do centro: Joe Biden (EUA), Boris Johnson (Reino Unido), Fumio Kishida (Japão), Ursula von der Leyen (União Europeia), Charles Michel (União Europeia), Mario Draghi (Itália), Justin Trudeau (Canadá), Emmanuel Macron (França) e Olaf Scholz (Alemanha) na cúpula do G7 realizada na Alemanha

Sumida dos noticiários há vários anos, a polêmica a respeito dos impactos dos biocombustíveis sobre os preços globais dos alimentos está ganhando novo impulso. Durante a cúpula anual do G7 – o grupo das sete nações mais ricas do mundo – que se encerrou ontem, 28, representantes da Alemanha e do Reino Unido propuseram uma moratória temporária sobre a produção de biocombustíveis.

Os preços dos alimentos vêm subindo de forma acelerada desde que os impactos iniciais da pandemia da covid-19 sobre a economia global começaram a arrefecer. Dados da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) mostram que, ao longo dos últimos 24 meses, os preços acumulam alta de 67,2%.

O processo voltou a se acelerar depois da invasão da Ucrânia pela Rússia no final de fevereiro. Em apenas três meses, foram mais de 11,5% de alta nos preços. Essa tendência vem sendo puxada pelos preços dos cereais e óleos vegetais – as principais matérias-primas dos biocombustíveis em termos globais – cujos ganhos nos três meses foram de, respectivamente, 19,4% e 13,6%.


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