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Discrepância entre dados oficiais confunde setor sucroalcooleiro


novaCana.com - 04 dez 2012 - 08:11 - Última atualização em: 11 set 2015 - 10:26

Uma dúvida simples que poderia ocorrer a qualquer um envolvido com o setor sucroalcooleiro: qual foi a produção de cana-de-açúcar em 2006 no estado de, digamos, Minas Gerais?

Fontes oficiais para responder a questão não faltam, o problema é a diversidade de respostas. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) afirma que a produção foi de 32.212.574 toneladas; o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) dá o número de 29.153.432 toneladas, enquanto a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) mostra em suas tabelas que foram 33.558.000 toneladas produzidas – todos são órgãos ligados ao Governo Federal. Para completar, a União da Indústria de Cana-de-açúcar (Unica) vem com um quarto número: 29.034.000 toneladas.

Como interpretar essa discrepância numérica que, apenas no exemplo aleatório acima, passa de 10% – e, no caso da produção total brasileira de 2011, chega a 31% entre o órgão que divulgou o maior índice (IBGE – 734 milhões de toneladas) e aquele que publicou o menor (Unica – 559 milhões de toneladas)?

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