PUBLICIDADE
ARMAC
Etanol: Mercado: Gasolina

Defasagem da gasolina salta para 13% após 82 dias sem reajuste


Agência Estado - 01 jun 2022 - 10:48

Há 82 dias congelado nas refinarias da Petrobras, o preço do litro da gasolina já mantém uma diferença de 13% em relação aos preços internacionais, enquanto o preço do diesel registra uma defasagem média de 6%, depois de ter sido reajustado em 10 de maio. A alta reflete uma nova escalada do preço do petróleo e derivados no mercado internacional.

Na terça-feira, 31, o barril do Brent chegou a encostar nos US$ 120,00 o barril, mas nesta quarta-feira, 1º de junho, opera em torno dos US$ 117,00 o barril. O câmbio, que ajudou a manter os preços mais perto do alinhamento nas últimas semanas, voltou a pesar negativamente sobre o preço das importações com alta moderada no início de junho.

Segundo a Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom), se a Petrobras quiser alinhar os preços terá que aumentar a gasolina em R$ 0,56 e o diesel em R$ 0,33.

Um reajuste é esperado a qualquer momento, já que com a defasagem, as importações não são realizadas pelos pequenos e médios produtores e aumenta o risco de desabastecimento do país.

Fontes do setor avaliam que por enquanto não há indícios de falta de diesel, como já ocorre na Argentina, por exemplo. A expectativa é de que o atual presidente demissionário da estatal, José Mauro Coelho, alinhe os preços para evitar desabastecimento de diesel no Brasil, já que não teria mais nada a perder.

Na terça, Coelho esteve na comemoração dos 50 anos da Replan, maior refinaria da estatal, localizada em Campinas (SP). O executivo trabalha normalmente enquanto aguarda seu sucessor, o que só deve ocorrer em dois meses.


PUBLICIDADE BASF GIGA INTERNAS BASF GIGA INTERNAS

Acompanhe as notícias do setor

Assine nosso boletim

account_box
mail

PUBLICIDADE
STOLLER
x