Etanol: Exportação

O potencial da exportação de etanol para os EUA – e as dificuldades encontradas pelo Brasil


novaCana.com - 08 mar 2016 - 10:46

EPA, RFS, Carb, LCFS, CI, Iluc, DEQ. São muitas as siglas que fazem a diferença para os produtores brasileiros de etanol que pretendem exportar para os Estados Unidos. Mas até que ponto o que é estabelecido por cada uma delas é capaz de influenciar o mercado?

Ao longo de 2015, segundo números do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), o Brasil exportou 1,86 bilhão de litros do biocombustível. Esse valor representa 6,8% dos 27,41 bilhões de litros produzidos durante o mesmo período. Considerando apenas as vendas realizadas para o maior mercado comprador – os Estados Unidos – somam-se 915,38 milhões de litros (3,34% de toda a produção nacional).

Para alcançar estes volumes, as usinas brasileiras devem ficar atentas às janelas de oportunidades, que se abrem de acordo com as flutuações do mercado. Mas esta dinâmica é difícil de prever e os comprometimentos com o mercado interno frequentemente impedem ganhos maiores com a exportação.

“Muitas vezes, a janela é boa, mas não temos adicional de etanol, como no período da entressafra. Além disso, temos venda de anidro para mistura à gasolina em contrato obrigatório dentro do país.”

O mercado da Califórnia tem potencial para absorver boa parte do etanol exportado pelo Brasil, no entanto, na prática, não é o que acontece.

O novaCana ouviu consultores do mercado com sede nos EUA, traders brasileiros, técnicos do Carb e selecionou informações de estudos sobre o mercado norte-americano relevantes para os produtores de etanol de cana-de-açúcar.

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