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Etanol: Exportação

EUA reduz projeção para etanol brasileiro dentro do mandato de biocombustíveis do país

Política brasileira, clima, safra nacional e barreiras inerentes ao limite de mistura do E10 nos Estados Unidos são alguns dos motivos utilizados para justificar diminuição no volume


novaCana.com - 18 jul 2019 - 08:57

A Agência de Proteção Ambiental estadunidense (EPA, na sigla em inglês) reduziu a projeção de importação de etanol brasileiro. A proposta para os mandatos de biocombustíveis referente a 2020, assinada pela entidade em 5 de julho, foi enviada para a análise do governo do país.

Segundo a EPA, os Estados Unidos devem receber até 227,13 milhões de litros (60 milhões de galões) do etanol brasileiro feito de cana, um combustível avançado segundo as regras do programa Padrão de Combustível Renovável (RFS, na sigla original). Em 2018 e 2019, a agência havia estimado a entrada de até 378,54 milhões de litros de etanol importado. Nos dois anos anteriores, esse volume era de 757,08 milhões de litros.

As exportações, no entanto, tendem a ficar abaixo das estimativas. A EPA justifica que, apesar de considerar suas previsões “razoavelmente atingíveis”, o programa teria contabilizado apenas 166,56 milhões de litros do biocombustível brasileiro em 2018.

“Também notamos a alta variabilidade nos volumes de importação de etanol no passado (incluindo o de cana-de-açúcar), o aumento no consumo de gasolina no Brasil e a variabilidade na produção brasileira de açúcar”, expressa o documento, que conclui: “Não é apropriado assumir que as importações de etanol chegariam a níveis muito mais altos, como sugerido por algumas partes interessadas”.

Leia mais:

- Fatores que motivaram a redução da estimativa
- Metas completas de biocombustíveis
- Estimativas para a produção de etanol celulósico em 2020 – por usina

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