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Impostos

Dilma não quer discutir a Cide e diz que setor sucroalcooleiro não tem do que reclamar


Folha de S. Paulo - 03 dez 2015 - 10:14 - Última atualização em: 07 dez 2015 - 09:44

No encontro de Dilma com líderes partidários nesta terça (dia 1º), o ministro Nelson Barbosa (Planejamento) afirmou que a máquina pública ficará imobilizada a partir da semana que vem caso a nova meta fiscal não fosse aprovada rapidamente.

Na mesma reunião, um congressista desavisado pediu autorização da presidente da República para defender o aumento da Cide em nome do Planalto. “De jeito nenhum!”, respondeu Dilma, rispidamente.

Em duas horas de reunião no Palácio da Alvorada, Dilma defendeu a recriação da CPMF porque a alternativa, o aumento da Cide, não tem seu apoio por impactar a inflação e mexer na Petrobras. A presidente argumentou que o "governo tem dinheiro, o que não tem é espaço fiscal".

Em defesa da CPMF, Dilma observou que uma das vantagens do imposto é que "não impacta na inflação" e teria um prazo de vigência pré-definido, de quatro anos, diferentemente do aumento da Cide sobre combustíveis. Destacou que o setor sucroalcooleiro não tem do que reclamar, já que o governo aumentou de 25% para 27,5% o percentual de álcool na gasolina. Citou ainda que a arrecadação da CPMF, que está com o projeto parado na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara à espera de relator, seria dividida com Estados e municípios.

Folha de S. Paulo com texto adicional do Valor Econômico


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