2ª Geração

O que houve com os biocombustíveis?


novaCana.com - 17 set 2013 - 12:54 - Última atualização em: 18 set 2013 - 10:24
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A fabricação de biocombustíveis em grandes quantidades sempre foi mais cara e menos conveniente do que o simples ato de perfurar um pouco mais fundo para achar mais petróleo.

O etanol, apesar de ser um biocombustível facilmente destilado de plantas com alto teor de açúcar ou amido, e ser usado para abastecer carros desde os tempos do Ford Modelo T, têm seus inconvenientes, assim como outros biocombustíveis de "primeira geração".

Num esforço para superar as limitações, dezenas de startups surgiram na década passada com o objetivo de desenvolver biocombustíveis de segunda geração.

Mas ao invés de dar um salto, a indústria de biocombustíveis acabou estagnando. Startups quebraram, as que sobreviveram reduziram a escala de operações, e à medida que subiam os preços dos biocombustíveis de primeira geração, definhava o interesse dos consumidores. Ao mesmo tempo, a popularização do método de fratura hidráulica possibilitou a exploração de novas reservas de petróleo e gás, fornecendo uma rota alternativa para a independência energética. O que deu errado?

Veja nesta reportagem:
- Os três desafios que precisam ser superados para se produzir biocombustível de segunda geração.
- A aposta da Shell e Raízen com as enzimas da Iogen
- Após alguns anos de muitas promessas e poucos resultados, a Amyris agora produz quantias limitadas
- Uma usina com produção anual de 140 milhões de litros precisa de 350 mil toneladas de biomassa por ano para operar
- KiOR está cheia de dívidas e continua perdendo dinheiro
- Poet-DSM, Dupont, Abengoa e Beta Renewables


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