2ª Geração

As diferenças estratégicas do etanol celulósico no Brasil: GranBio e CTC


novaCana.com - 08 abr 2013 - 09:03 - Última atualização em: 08 abr 2013 - 11:54

A GranBio (ex-GraaBbio) e o Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) estão posicionados como as empresas mais importantes na pesquisa com o etanol celulósico no Brasil. Apesar de liderarem a iniciativa, os estudos e a perspectiva de desenvolvimento do novo etanol das duas empresas são significativamente diferentes.

Etanol celulósico terá a palha da cana como uma de suas fontes
O portal novaCana.com ouviu a Granbio e o CTC para entender mais sobre as tecnologias e a visão de mercado delas. Confira a seguir:

- Segundo a Granbio, o setor de etanol celulósico vive uma "corrida por parcerias"
- Alan Hiltner, vice-presidente executivo da Granbio, avalia o perigo das escolhas dos fornecedores
- O estágio atual da tecnologia: preço projetado do etanol celulósico, área plantada necessária e o rendimento do bagaço e da palha
- A matéria-prima será o grande nome do jogo
- Jaime Finguerut, do CTC: "Não vamos começar o processo pela parte mais complexa"
- O etanol celulósico faz parte da segunda revolução industrial
- Os 3 desafios da indústria
- CTC: "Existem riscos e uma grande dificuldade de financiamento para se colocar na prática estas inovações"


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