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2ª Geração

CTC avança na construção de sua planta de etanol de aegunda geração


Assessoria de Imprensa CTC - 05 fev 2013 - 07:49 - Última atualização em: 08 fev 2013 - 14:03

O Centro de Tecnologia Canavieira (CTC) inicia 2013 com novidades para a construção da planta de Etanol de Segunda Geração, que será gerado a partir do bagaço e da palha da cana-de-açúcar, por meio de um processo tecnológico desenvolvido pela empresa. O contrato com a Usina São Manoel, localizada no município de São Manoel no interior de São Paulo, foi fechado na última quarta-feira (23).

"Estamos na fase de detalhamento da engenharia do projeto, por meio de uma parceria com a Pöyry Engenharia. Já os principais equipamentos da planta já foram selecionados e desenvolvidos por meio de outra parceria, com a empresa austríaca Andritz", explica Robson Freitas, Diretor de Negócios e Novas Tecnologias do CTC.

Segundo o executivo, a companhia também está em negociação com as principais empresas internacionais fornecedoras das enzimas necessárias para uma das principais etapas do processo – a hidrólise enzimática.

O projeto, que vem sendo desenvolvido pelo CTC com recursos próprios desde 2007, contará com parte dos R$ 350 milhões, provindos do Projeto PAISS - Plano Conjunto de Apoio à Inovação Tecnológica Industrial dos Setores Sucroenergético e Sucroquímico, com financiamento do BNDES e da FINEP.

A planta, cuja construção começará nos próximos meses, deverá estar pronta para operação em meados de 2014. A meta é que a unidade permaneça em fase de demonstração durante 12 a 18 meses. "O projeto do CTC tem dois grandes diferenciais: ter sido desenvolvido especificamente para a biomassa (bagaço e palha) da cana-de-açúcar e ser totalmente integrado com a produção de etanol primeira geração já existente na usina. Dessa forma, o investimento necessário é bem menor, assim como o custo de produção do etanol de segunda geração", afirma Gustavo Teixeira Leite, CEO da companhia. "Ao todo, com todas as contratações, esta etapa do plano gira em torno dos 80 milhões de reais", acrescenta Gustavo.

Parceria
Para Carlos Dinucci, diretor-presidente da Usina São Manoel, esta parceria é sinônimo de inovação e avanço do setor sucroalcooleiro no Brasil. "Para nós significa muito poder estar presente no projeto que desenvolverá uma tecnologia disruptiva para o mercado brasileiro".

Segundo o CTC, a Usina São Manoel foi escolhida por seu histórico de inovação e excelência, assim como sua adequação técnica às necessidades do projeto.


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