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Cogeração de energia

Leilões de energia existente negociam 137 MW para entrega em 2022 e 2023


Reuters - 06 dez 2021 - 08:50

O leilão A-1 de energia existente contratou nesta sexta-feira, 3, 66 megawatts médios, ou 1.156 gigawatts-hora, ao preço médio de R$ 209,25/MWh, deságio de 12,81% em relação ao valor máximo de R$ 240/MWh determinado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Já o leilão A-2 contratou 71 MW médios, ou 1.245 GWh, ao preço médio de R$ 199,97/MWh, segundo dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Neste caso, praticamente não houve deságio em relação ao preço máximo de R$ 200/MWh.

Considerando os dois certames, a contratação de energia foi de 137 MW médios ou 2.401 GWh.

As distribuidoras Cemar (MA) e Celpa (PA), controladas pela Equatorial Energia, foram compradoras no certame A-1. A Cemar foi responsável por cerca de 75% da energia adquirida, ou 865,6 GWh. Em seguida, aparece a Celpa, que contratou 290,6 GWh, ou 25% da demanda total da licitação. Venderam energia no leilão A-1 a Alupar e as comercializadoras Brasil, Copel e Safira.

Por sua vez, as compradoras do A-2 foram Cemar, Celpa e CPFL Jaguari, segundo a CCEE. Além disso, venderam energia as empresas Eletronorte, Kroma, Vivaz Energia e Maxima Energia.

O A-1 movimentou R$ 241,96 milhões, enquanto o A-2 atingiu R$ 249 milhões. Somados, os valores chegam a R$ 490,96 milhões.

Em ambos os casos, foram firmados contratos por quantidade. Esta modalidade contratual prevê que os custos decorrentes dos riscos hidrológicos serão integralmente assumidos pelos vendedores.

Os empreendimentos que venderam energia no leilão A-1 deverão iniciar o suprimento em 1º de janeiro de 2022, com o contrato encerrando em 31 de dezembro de 2023. Para o A-2, o suprimento começa em 1º de janeiro de 2023 e termina em 31 de dezembro de 2024.

Com edição NovaCana


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