Cana: Mercado

Números inéditos mostram ritmo e nível da migração do modelo de produção de cana nas usinas


novaCana.com - 01 dez 2015 - 11:11 - Última atualização em: 01 dez 2015 - 13:45

Os preços mais baixos da cana-de-açúcar produzida por terceiros têm atraído – e muito – a atenção das usinas do Centro-Sul nas últimas safras. Não é segredo que os grandes grupos sucroenergéticos estão gerenciando menos os canaviais e terceirizando a atividade para fornecedores independentes.

Considerada uma saída adequada por alguns grandes nomes do setor, a aquisição de matéria-prima traz desafios adicionais devido às variações de qualidade e ao controle limitado da usina em relação ao produto adquirido.

Ainda assim, essa opção está crescendo nas decisões estratégicas de companhias como Raízen Energia, Tereos Internacional e Odebrecht Agroindustrial. Em outubro, a Raízen divulgou a criação de um convênio de R$ 150 milhões com o Itaú BBA para uso exclusivo dos seus fornecedores de cana cadastrados no Programa Cultivar. A Tereos, que controla a Guarani, tem dado preferência à matéria-prima terceirizada e adquire de fornecedores aproximadamente dois terços de sua demanda total, que é de 20 milhões de toneladas. Já a Odebrecht Agroindustrial divulgou em julho que pretende expandir a participação de cana de terceiros em seu processamento para 40% até 2018/19.

Números inéditos atualizados da safra 2015/16 (até o final de outubro), e o comparativo com as safras passadas, mostram a velocidade com que as usinas em cada estado estão trocando o modelo de produção da principal matéria-prima do açúcar e etanol.


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