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Etanol ou açúcar? As escolhas dos estados do Centro-Sul de acordo com o ATR disponível

Dados de ATR e de mix exaltam diferenças na produção da região e demonstram possibilidades de melhora em cada estado


novaCana.com - 14 mai 2019 - 09:46

A produção de cana-de-açúcar no Centro-Sul tem passado por altos e baixos; mais baixos do que altos, inclusive. O resultado da safra 2018/19 foi o menor desde 2015/16 – quando o setor registrou recordes de moagem – e a expectativa para a temporada que iniciou em abril não é muito diferente.

Para as estimativas e divulgações de desempenho, a região é frequentemente observada como um todo. Porém, as peculiaridades de cada estado ou mesorregião podem ser determinantes quando o objetivo é examinar o potencial da produção brasileira. Em um país com proporções continentais, o que acontece no Espírito Santo provavelmente é bem diferente dos resultados de Goiás, por exemplo. Mesmo que nove estados componham o Centro-Sul, agrupá-los, às vezes, elimina detalhes importantes.

Um exemplo dessas diferenças diz respeito à quantidade de açúcares totais recuperáveis (ATR) por tonelada de cana produzida, valor que foi calculado pelo novaCana de acordo com as produções de açúcar e etanol dos estados em um coeficiente determinado pelo Conselho dos Produtores de Cana-de-açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo (Consecana-SP).

Outro indicador que demonstra as peculiaridades dos estados do Centro-Sul é o mix de produção. A escolha sobre o direcionamento da matéria nas últimas safras – excluídas as diferenças da quantidade de cana produzida em si – demonstra a capacidade de flexibilização de cada região produtora, o que pode ter um retorno direto nos lucros.

Confira, na versão completa, o comparativo do ATR por tonelada de cana e o histórico do direcionamento do mix nos estados do Centro-Sul nas últimas safras.

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