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Açúcar: Mercado

Commodities - Açúcar: Mercado externo assimila seca no Brasil e preço sobe


Valor Econômico - 19 fev 2014 - 07:58 - Última atualização em: 19 fev 2014 - 10:47
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As chuvas voltaram, mas o mercado externo, com certo atraso, começa a assimilar os efeitos da seca no Brasil. Quedas de safra na soja --que não deve mais atingir os 90 milhões de toneladas--, na de café e na de açúcar fizeram os preços disparar ontem nas Bolsas de Chicago e de Nova York.

O café foi o produto com maior elevação de preço. O primeiro contrato subiu para 152,65 centavos de dólar na Bolsa de commodities de Nova York, com alta de 9,1% no dia. O açúcar teve valorização de 3,4% na mesma Bolsa.

Clima quente e seco
Os contratos futuros de açúcar demerara dispararam ontem na bolsa de Nova York, novamente em virtude dos problemas climáticos no Brasil. Os papéis para maio subiram 51 pontos, a 16,50 centavos de dólar por libra-peso.

O tempo quente e seco que assola o Centro-Sul do Brasil já há meses vem danificando as lavouras de cana e reduzindo o teor de açúcar nas plantas. Nesta semana, a entidade que representa as usinas da região (Unica) estimou que a estiagem deverá reduzir em até 40 milhões de toneladas a oferta de cana na safra 2014/15. "Apesar de haver previsão de superávit, esse problema climático pode dar um pequeno impulso à commodity", disse o Commerzbank, em relatório.

No mercado interno, o indicador Cepea/Esalq para o açúcar cristal negociado em São Paulo subiu 0,62%, para R$ 50,22 a saca de 50 quilos.


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