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Açúcar: Exportação

ISO reduz déficit global de açúcar no ciclo 2021/22 para 1,93 milhão de toneladas

Entidade acredita que serão produzidas 1,48 milhão de toneladas a mais do que na temporada anterior


NovaCana - 03 mar 2022 - 09:05

O déficit global de açúcar previsto para o ciclo 2021/22 (outubro a setembro) foi reduzido pela Organização Internacional de Açúcar (ISO, na sigla em inglês) para 1,928 milhão de toneladas. Em novembro, a projeção da entidade era de uma produção abaixo do consumo em 2,552 milhões de toneladas e, em agosto, em 3,582 milhões de toneladas.

Os números são de relatório divulgado pela organização na última segunda-feira, 28.

A produção global da commodity deve ser de 170,51 milhões de toneladas, um aumento marginal ante a estimativa de novembro, mas 1,48 milhão de toneladas acima do resultado de 2020/21.

Já o consumo foi revisado para baixo pela entidade, com queda de 585 mil toneladas em relação a novembro, para 172,44 milhões de toneladas. Ainda assim, o montante representa uma alta de 1,11 milhão de toneladas em relação à temporada passada.

Os números do comércio para 2021/22 colhidos pela ISO apontam para uma queda acentuada nas exportações e importações durante 2021/22. A disponibilidade de exportação foi reduzida para 58,26 milhões de toneladas, em comparação com as 62,75 milhões de toneladas na temporada passada, devido às fracas exportações do Brasil, impulsionadas por altas taxas de frete e preços.

Já a demanda de importação caiu das 62,79 milhões de toneladas vistas na temporada passada para 58,05 milhões de toneladas. Com isso, há um modesto excedente de 204 mil toneladas.

Conforme a entidade, a relação estoque-uso está prevista para terminar o ciclo 2021/22 em 54,76%, acima dos 53,9% projetados em novembro, uma vez que o sentimento em torno da manutenção dos estoques está mudando rapidamente.

A ISO ainda revisou sua perspectiva para o mercado de neutra para baixa, com déficit em declínio e aumento da oferta sazonal nos próximos meses. Além disso, a entidade considera que a participação especulativa no mercado diminuiu e que é improvável que os longos líquidos anteriores sejam revisitados.

Com tradução e adaptação NovaCana


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