Açúcar: Exportação

Fim das cotas de açúcar na UE se aproxima e especialistas analisam impactos para indústria e mercado

Motivada por um potencial de aumento de quase 10 milhões de toneladas, a União Europeia pode alterar o cenário mundial ao direcionar o açúcar branco excedente para a exportação


NovaCana - 05 dez 2016 - 10:46

A partir de outubro de 2017 serão abolidas as cotas que restringem as vendas de açúcar de beterraba e de isoglucose (também chamada de xarope de frutose ou HFS) no mercado interno da União Europeia. Para os produtores brasileiros, essa mudança tem um efeito direto, uma vez que ela também implica no fim das restrições à produção, o que pode trazer uma maior concorrência no mercado mundial de açúcar.

“A beterraba está ganhando força na rotatividade de culturas porque sua produtividade é melhor que a de outras alternativas, como trigo, milho e canola”, afirma o diretor da LMC International, Martin Todd. Ele ainda completa: “Em um nível muito fundamental, a indústria está se sentindo confiante”.

Mas toda essa confiança ainda é acompanhada de muitas incertezas.

No mês passado especialistas se reuniram em São Paulo para discutir o mercado de açúcar. E a nova dinâmica da Europa foi um dos destaques do encontro.

A seguir:
- Resumo das discussões sobre as mudanças na Europa
- Possíveis impactos no mercado de exportação de açúcar
- Novas necessidades da indústria de processamento de beterraba
- Perspectivas para a safra mundial 2016/17
- Características do setor produtivo europeu
- Diferenças entre cultivo de beterraba e de cana-de-açúcar
- Produtividade agrícola e industrial da beterraba
- Apoio governamental aos produtores


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