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Açúcar: Exportação

Exportação brasileira de açúcar tem alta anual de 16,3% em julho

Esta é a primeira vez no ano em que o total ultrapassa o registrado em 2021; usinas enviaram 2,87 milhões de toneladas da commodity


NovaCana - 08 ago 2022 - 15:00 - Última atualização em: 09 ago 2022 - 10:16

O volume de açúcar brasileiro exportado em julho de 2022 teve uma alta de 16,3% ante o total enviado no mesmo mês do ano anterior. No período, foram despachadas 2,87 milhões de toneladas do adoçante, ante 2,47 milhões de toneladas em julho de 2021. Esta é a primeira vez em 2022 que o total de açúcar exportado tem alta na comparação anual.

Além disso, o montante de despachado foi 23,5% maior do que o visto em junho, quando o país enviou 2,32 milhões de toneladas.

Apesar das elevações, o volume da commodity enviado para outros países foi 12,8% menor do que o visto em julho de 2020, com 3,28 milhões de toneladas.

Os dados detalhados deste mercado foram divulgados na sexta-feira, 5, pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

O preço médio, por outro lado, manteve-se praticamente estável na comparação mensal, registrando uma leve queda de 0,02% ante junho, para US$ 395,16 por tonelada.

O valor atual representa um aumento de 18,2% em relação a julho de 2021, de US$ 334,36/t. Também se trata de uma alta de 42,7% em comparação com o mesmo mês de 2020, quando a tonelada foi negociada por US$ 276,82.

Desta forma, a arrecadação mensal subiu 23,5% em relação a junho, totalizando US$ 1,13 bilhão – esta é a primeira vez que o país ultrapassa a marca de R$ 1 bilhão desde outubro de 2020. O montante ainda é 37,5% maior do que o registrado em julho de 2021, quando a receita somou US$ 824,56 milhões.

Do total exportado, 2,58 milhões de toneladas foram de açúcar bruto, um acréscimo mensal de 23%. Na comparação anual, o aumento foi de 16,2% – em julho de 2021 foram despachadas 2,22 milhões de toneladas. O preço médio ficou em US$ 388,63/t, aumento mensal de 0,5% e anual de 18,1%.

O restante do volume, 224 mil toneladas, foi de açúcar refinado, um acréscimo de 28,4% ante junho e de 17,9% em relação ao ano passado. O preço médio, por outro lado, teve uma redução mensal de 4,3%, para US$ 453,89/t; na comparação anual, entretanto, o valor subiu 18,4%

Entre janeiro e julho, o Brasil exportou 12,59 milhões de toneladas do adoçante, uma queda de 17,5% ante os primeiros sete meses de 2021, quando foram enviadas 15,26 milhões de toneladas. No período, o preço médio ficou em US$ 389,80 (+19,6%), gerando uma receita de US$ 4,91 bilhões (-1,4%).

Os principais destinos do açúcar brasileiro foram: China (476,61 mi t); Arábia Saudita (211,01 mi t); Indonésia (208,62 mi t); Emirados Árabes Unidos (185,87 mi t); e Marrocos (152,08 mi t).

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