A crise ainda não ficou para trás: investimentos das sucroenergéticas estão abaixo do ideal

Com preços melhores e produção estável, os ganhos operacionais das usinas cresceram e a dívida diminuiu. Porém, os investimentos seguem abaixo do necessário como mostram os dados do Itaú BBA

Com preços melhores e produção estável, os ganhos operacionais das usinas cresceram e a dívida diminuiu. Porém, os investimentos seguem abaixo do necessário como mostram os dados do Itaú BBA.

Após o auge do endividamento do setor sucroenergético, na safra 2015/16, a estabilidade da produção e os preços favoráveis permitiram uma melhora nos resultados operacionais para as usinas. Com maior geração de caixa, as empresas, de maneira geral, conseguiram diminuir as dívidas e muitas delas apresentaram crescimento de indicadores como o Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) e liquidez.

Porém, isso não representou um aumento dos investimentos e muitas empresas seguem sem perspectiva de crescimento. Os dados são da maior amostragem sobre as usinas brasileiras e revelam um quadro geral da crise e recuperação do setor.

Saiba mais:

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- Fatores que contribuem para a falta de investimentos
- Queda das dívidas e previsão para o próximo ano
- Empresas se destacam em cenário de crise e o distanciamento aumenta

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