Estabilizada no vermelho, Abengoa segue registrando perdas: prejuízo em 2017 chega a R$ 342 milhões

Pouco mais de três meses após fontes ligadas ao processo de recuperação da Abengoa Bioenergia Brasil revelarem que os credores da empresa esperam receber as dívidas por meio da venda de suas duas usinas em solo brasileiro, a companhia divulgou seu balanço financeiro para o ano de 2017.

Os números apresentados reforçam a situação crítica por que passa a empresa. No período de janeiro a dezembro, o grupo acumulou um prejuízo líquido de R$ 342,76 milhões. O resultado deste ano se ficou muito próximo do resultado alcançado no ano passado, quando o prejuízo foi recorde. No acumulado dos últimos seis anos, os prejuízos somam R$ 1,22 bilhão.

O balanço é um reflexo do momento do grupo empresarial como um todo. O braço sucroenergético nacional do conglomerado espanhol Abengoa pediu recuperação judicial em setembro do ano passado. Ao mesmo tempo, a matriz espanhola também passa por processo semelhante e está organizando a venda de suas usinas do Brasil.

Com os indicadores piorando ou estabilizados no vermelho, restam poucas opções para a empresa, nenhuma delas muito interessante. A venda das usinas é a opção mais provável.

No texto a seguir:

- Dados financeiros divulgados pela Abengoa (2012-2017)
- Quanto valem as usinas da empresa
- Histórico de prejuízos
- Evolução das receitas e dos custos
- Perfil da dívida

O texto acima é apenas uma breve introdução. Para ver esta página completa clique aqui e assine.

exclusivo assinantes

O texto completo desta página
está disponível apenas aos assinantes do site

veja como é fácil e rápido assinar

Etanol e Cana direto em seu email

Antes de sair, cadastre-se para receber as principais notícias do setor
Obrigado, não quero ficar informado.
Esqueci minha senha close modal