Endividamento sucroenergético: setor continua pressionado, mas o pior já passou

Após anos de crise, muitas empresas sucroenergéticas já estão habituadas a utilizar eventuais melhoras em seus rendimentos operacionais não para investir em áreas de potencial crescimento ou mesmo em redução de custos, mas para cobrir as dívidas.

Com altos índices de endividamento e uma crescente dificuldade de acesso ao crédito, a situação de muitas companhias se deteriorou – mas a boa notícia é o que ápice dessa situação ficou para trás, na safra 2014/15.

A melhora, porém, foi muito mais aproveitada pelos grupos melhores.

É isso o que apontam Rabobank, Itaú BBA e FG/A em seus números apresentados durante o NovaCana Ethanol Conference, em São Paulo. Ainda que existam diferenças entre as amostras, nos três casos, a safra 2015/16 já apresentou uma queda em relação ao ciclo anterior, uma tendência que se manteve em 2016/17.

Nesta reportagem:
- Comparação do nível de endividamento entre as instituições e consultorias
- Gráfico com a evolução do endividamento do setor de 2010/11 a 2016/17
- Evolução dos pedidos de recuperação judicial pelas usinas, desde 2008

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