Negociação de créditos de carbono na bolsa de valores representa criação de um novo mercado a ser explorado pelas usinas de etanol

novaCana.com 21 nov 2017 - 10:11

Um dos elementos mais importantes — senão o mais importante — para a consolidação do RenovaBio, é o crédito de descarbonização (CBio). A ideia é que ele funcione como um novo produto das usinas, sendo negociado em bolsa de valores.

Embora o RenovaBio, iniciativa criada para incentivar a produção de biocombustíveis, ainda não esteja em vigor – e a futura participação das companhias seja considerada voluntária –, o governo está confiante de que a maior parte das usinas terá interesse em se certificar para a emissão de CBios. “E se apenas 4% do mercado se certificar? É porque 96% gosta de perder dinheiro. Todos vão se certificar, mesmo sendo voluntário”, garante o diretor do departamento de biocombustíveis do MME, Miguel Ivan Lacerda.

O projeto de lei do RenovaBio foi apresentado na semana passada (dia 14) no Congresso Nacional e a expectativa é que esta semana o regime de urgência seja aprovado.

O novaCana se aprofunda na reportagem a seguir na dinâmica dos CBios, com uma compilação das declarações do diretor do MME sobre as metas anuais, os preços e desenvolvimento do mercado com a introdução do CBio.

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