Sucroalcooleiras com ações na B3 silenciam sobre efeitos da paralisação

Os três grupos produtores de etanol com capital aberto e ações negociadas na B3 – Cosan/Raízen Energia, São Martinho e Biosev –, além da Bunge Açúcar e Bioenergia, que protocolou um prospecto para possível Oferta Pública de Ações (OPA), evitaram comentar os impactos nas operações na paralisação nacional de caminhoneiros.

Apenas a São Martinho, por meio da assessoria de comunicação, informou que "está acompanhando a greve dos caminhoneiros, mas continua operando normalmente".

A Bioesev e a Bunge Açúcar e Bioenergia informaram que não farão comentários sobre as paralisações. A Raízen Energia relatou que as informações sobre o movimento seriam dadas pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), principal entidade de classe do setor.

A Unica, por sua vez, informou que ao menos 47 usinas nos Estados de Minas Gerais, Paraná e São Paulo estão com as atividades de colheita de cana ou de produção e vendas de açúcar e etanol prejudicadas pela onda de protestos de caminhoneiros em todo o Brasil.

Às 12h34, os papéis da Biosev recuavam 0,75% e os da São Martinho subiam 0,52% na B3. Já as ações da Cosan, única companhia do setor com operações tanto na produção como na venda de combustíveis por meio da Raízen, recuavam 2,32%.

Gustavo Porto

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