Os 12 indicadores que definirão o desenvolvimento do etanol no Brasil

Apesar dos altos e baixos do setor sucroenergético, o período de 2000 a 2015 foi marcado por grandes realizações. A moagem aumentou em 161%, indo de 255 milhões para 666 milhões de toneladas de cana-de-açúcar. A área plantada, por sua vez, passou de 4,8 milhões para 8,7 milhões de hectares – um crescimento de 81,3%.

Para os próximos 15 anos, a expectativa do governo é que o setor continue crescendo, mas em números menos exuberantes, marcados por uma cautela decorrente da crise que afetou as companhias nos últimos anos. Além disso, projeções oficiais apontam uma incerteza muito grande: o volume de moagem pode aumentar entre 14,4% ou 41,6%, enquanto a área plantada pode ter uma expansão entre 2,3% e 12,6%.

Com o objetivo de entender como esses números devem afetar o mercado de combustíveis do país – por meio da oferta e da demanda de etanol – o governo estabeleceu alguns parâmetros de projeção fixos e quatro cenários de crescimento. Com isso, foram analisados 12 indicadores que certamente determinarão o futuro do setor sucroenergético nos próximos anos.

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