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Petrobras deve fechar contrato com a Logum e ampliar duto de etanol

A Petrobras solicitou à Agência Nacional de Petróleo (ANP) autorização para ampliar seu duto que liga os municípios de Paulínia e Guararema. O duto Osplan 18 passou a integrar, recentemente, o projeto do Sistema de Escoamento Dutoviário de Etanol (SEDA). Este sistema faz parte das obras do PAC e também será utilizado pela Logum.

A Petrobras quer que os 152,7 quilômetros do duto tenham a capacidade ampliada em mais de 2 bilhões de litros por ano. A vazão deve passar de 600 mil litros/hora para cerca de um milhão de litros por hora, de acordo com o sumário do projeto que está em análise na ANP.

A ampliação está sendo feita para que a estatal possa "adequar a capacidade do duto ao aumento do mercado de etanol na Região Metropolitana de São Paulo". Para atender ao crescimento do maior mercado consumidor do país, a subsidiária da Petrobras vai distribuir o excedente de etanol das regiões norte e noroeste de São Paulo e outras áreas vizinhas.

Contrato com a Logum
De acordo com informações apuradas pelo portal novaCana.com, site especializado no mercado de etanol e cana-de-açúcar, a Petrobras, através da Transpetro, já alocou um total de 233,3 milhões de litros por mês para a Logum. Esta alocação servirá para a elaboração de um Contrato Firme de Transporte entre as empresas a partir de julho de 2013.

Este volume pode ser uma indicação da quantidade mensal de etanol que a Logum pretende movimentar nos dutos da Seda. Para o duto Osplan 18, entre Paulínia e Guararema, a Petrobras alocou 158,3 milhões de litros por mês
para a Logum, já no duto Opasa, entre Barueri e Paulínia, o volume deve ser 75 milhões de litros por mês.

Ampliação do alcoolduto
A proposta da Transpetro de aumentar a vazão do Osplan 18 se baseia na substituição do conjunto de três bombas principais e duas auxiliares. As bombas principais passarão a ter potência de 2.500 HP. "Devido aos requisitos de qualidade, serão utilizadas válvulas do tipo duplo bloqueio nos pontos onde houver possibilidade de contaminação", especifica a companhia. Em março o projeto inicia a fase de operação assistida, etapa prevista para durar um mês. A capacidade atual autorizada é de 6,1 bilhões de litros ao ano e subirá para 8,3 bilhões de litros ao ano.

O cronograma do projeto estipula que a nova capacidade começará a operar já em março deste ano. A ANP tem até o dia 10 de março para se manifestar sobre o projeto.

Amanda SchArr – novaCana.com
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