Agricultura 4.0: TOTVS oferece uma revolução tecnológica para o setor sucroenergético

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Em um mercado que está à mercê dos preços, seja da gasolina internacional ou do açúcar mundial, as usinas se envolvem numa busca constante para cortar custos, aumentar a eficiência e a produtividade. Das soluções que aparecem, como as mudas pré-brotadas, a cana-energia e a cana transgênica, uma opção complementar ganha espaço rapidamente no setor.

TOTVS13/11/2017

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A agricultura de cana-de-açúcar está presenciando o início de uma nova revolução. Desta vez, ela está vindo através da digitalização das informações dos canaviais e das usinas sucroenergéticas.

A tecnologia nos canaviais já deixou de ser assunto relacionado a um futuro de ficção científica e passou a estar presente no dia a dia de usinas e produtores de cana-de-açúcar.

Esse processo, que por muitos está sendo chamado de Agricultura 4.0, avança dentro do setor numa velocidade que faz os pesquisadores de novas variedades de cana ficarem impressionados. Essa penetração é resultado da facilidade de implementação, de investimentos menores, diluídos ao longo tempo e dos benefícios que as empresas conseguem extrair.

Essa é a visão do diretor do segmento de agroindústria da TOTVS, Fábio Girardi. Ele falou com o novaCana sobre o tema e sobre como a companhia tem ajudado as usinas e canavieiros a alcançar essa nova realidade.

Com uma história de mais de 25 anos com o agronegócio, a TOTVS está envolvida com o setor sucroenergético através de plataformas de produtividade e colaboração, softwares, hardware e consultoria.

Para Girardi, as soluções tecnológicas aparecem como a cartada final, permitindo que as empresas inovem, incrementem os resultados e cresçam. E, o mais importante: com a chegada mais recente da inteligência artificial, ele acredita que fica ainda mais evidente a capacidade das soluções tecnológicas evoluírem em conjunto com as companhias.

Do Vale do Silício para o Brasil

A TOTVS tem uma estrutura de pesquisa e desenvolvimento no Vale do Silício, na Califórnia, o TOTVS Labs. “O que há de mais novo lá nós trazemos para dentro das nossas soluções. Tenho também uma equipe de pesquisa aqui no Brasil, dentro do segmento agro e conectada com o nosso laboratório na Califórnia. Os clientes obtêm as inovações que estão surgindo e esse dinamismo através do uso das nossas soluções”, diz Girardi.

Além de inovações na área de inteligência artificial para o agronegócio, o laboratório está conduzindo pesquisas com visão computacional que, basicamente, é a obtenção de imagens através de drones ou implantes. “Com uma foto infravermelha de uma planta, por exemplo, consigo ver como está a saúde desse canavial”, afirma.

No setor sucroenergético, o portfólio de clientes da TOTVS envolve pequenos e grandes grupos.

O market share da empresa, segundo ele, gira em torno de 60% do mercado sucroenergético, com aproximadamente 250 clientes. Conforme Girard, das dez maiores empresas, nove utilizam os serviços da TOTVS.

Entre os clientes da TOTVS estão os principais grupos do mercado sucroenergético: Bunge, Odebrecht Agro, São Martinho, Raízen e Usaçúcar. São mais de 250 cliente no setor.

Nesta nova forma de se relacionar com os ativos da empresa, produtores e usineiros acompanham de casa, da usina ou da fazenda de cana-de-açúcar, remotamente, o desempenho de suas máquinas nas lavouras. Por meio da transmissão automática de dados, qualquer computador, tablet ou smartphone visualiza as informações. A utilização de softwares, hardwares e análise de dados traz lucro e eficiência com uma gestão integrada a distância e em tempo real.

Os softwares são ajustados em projetos com a Enalta, a John Deere e a Solinftec. “Normalmente temos uma interface de comunicação padrão e, no projeto, em conjunto com o cliente e outros fornecedores, desenhamos a melhor forma de comunicação e troca de dados entre os ambientes”, explica o diretor.

Olhar a fundo para enxergar mais longe

As soluções – por meio da construção de dados e de informações analíticas –, permitem um olhar amplo sobre todos os processos. Na prática, elas interferem diretamente na gestão das empresas, com respostas que diminuem os custos e aumentam a eficiência.

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“Conectando isso a boas práticas, com os indicadores médios do setor, o empresário pode buscar quais os fatores produtivos que levam o seu resultado a ser discrepante, enxergar onde exatamente estão os problemas e buscar melhorias”, sinaliza Girardi. E completa: “Mais do que fornecer um planejamento para a produção, oferecemos a capacidade de medir novamente, identificando em que pontos ocorreram os desvios no planejamento”.

A partir do momento em que se tem uma ação corretiva mais rápida, o potencial de perdas é reduzido, o que garante uma melhor produção, seja no campo ou na parte industrial. “Não é 100% garantido, mas eu tenho um indicador que me ajuda a buscar uma melhor produtividade”, pondera.

As ferramentas têm exatamente a capacidade de estreitar a relação entre o planejamento e a sua execução.

Com isso, cria-se um ciclo virtuoso a partir do momento que a usina passa a planejar, executar e medir de forma mais assertiva e replanejar constantemente. “Quando nós mostramos, de forma clara, um resultado e como ele é formado, os gestores conseguem trabalhar na raiz do problema para obter melhorias”, aponta Girardi.

Tecnologia veio para ficar

Depois de adotar a tecnologia, as empresas vivem um caminho sem volta. Conforme relata o diretor, o movimento de democratização da informação dentro da companhia é uma força que viabiliza o rompimento dos paradigmas. “Os gerentes acabam, de alguma maneira, sendo promotores [das soluções] porque eles passam a ter esse dado com maior confiabilidade e transparência”, conta.

Ou seja, a partir do momento em que o presidente da empresa tem a informação em seu smartphone e pode consultar esses dados a qualquer momento, o setor operacional acaba funcionando da maneira mais ágil e responsável possível.

“Depende muito do estágio de gestão das companhias, mas, no mínimo, a melhora causada por democratizar e racionalizar a informação é promovida quase que instantaneamente” Fábio Girardi, TOTVS

“A percepção disso vem quando se identifica que grande parte dos nossos clientes são referências em suas especialidades e líderes do mercado que ocupam”, pontua. E acrescenta: “A melhor gestão, os melhores dados, a melhor informação e conhecimento para diminuição de custos são diferenciais competitivos que são processados pelas nossas ferramentas”.

Contratação: de usinas pequenas às grandes

Segundo Girardi, o trabalho antes da contratação é realizado por um time de especialistas, que faz os levantamentos no cliente e, após os entendimentos e a definição das necessidades, é feito o desenho dos processos e da implantação dos softwares de gestão, bem como todo o treinamento e acompanhamento de uso ao longo do projeto. “Não entregamos simplesmente um software, mas, via de regra, o projeto de uma usina vem junto com uma consultoria de boas práticas e conhecimento”, completa.

No caso de produtores menores, as entregas são baseadas em um sistema totalmente remoto. O interessado pode entrar no próprio site da TOTVS e escolher pelo Intera, uma modalidade de contratação por assinatura. Esse serviço está integralmente baseado em nuvem, não precisando de infraestrutura ou servidores.

“A TOTVS tem um arcabouço de soluções para lidar com os estágios que tem mais representatividade ou que são mais nervosos do ponto de vista operacional da produção de cana e seus subprodutos”

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Democratização digital

“Se olharmos no início desse um quarto de século para hoje, as demandas do ponto de vista de gestão são completamente diferentes. Nossas ofertas tecnológicas são como seres vivos e isso significa que estão em evolução diariamente”, afirma Girardi.

Isso implica, segundo ele, que, anualmente, a empresa faz investimentos constantes em atualizações. Elas podem ser referentes a inovações captadas no mercado, práticas percebidas em clientes ou melhorias ligadas à dinâmica da área agronômica, que está sempre em transformação.

“A partir do momento que damos ferramentas, seja para gestores, produtores rurais ou qualquer outro ator envolvido na realidade da empresa, valorizamos essa ponta, que passa a ser uma peça importante da transformação digital [dentro da empresa]”.

Montando a base de dados

As informações que são inseridas nos softwares da TOTVS podem ser coletadas por meio de smartphones ou computadores. Elas, então, são disponibilizadas em nuvem e o sistema capta os dados.

Além de um aplicativo instalado no dispositivo móvel do usuário (seja celulares rodando Android ou iPhones com o iOS), há um portal de gerenciamento das informações, responsável por atividades como segurança, sincronização, verificação de disponibilidade e uso, consultas rápidas, status dos dispositivos, entre outras.

Excesso de planilhas: risco para operação

Girardi: “Estamos em um estágio da tecnologia da informação em que a gente passa a entregar conhecimento para os nossos clientes e não somente gestão e informação”Fabio Girardi TOTVS02

Girardi levanta uma consideração importante em relação às usinas organizadas, com boas práticas. Ele argumenta que existem companhias com um bom controle de suas operações e atividades, mas muitas delas ainda não têm um sistema amplo que garanta segurança, transparência e democratização da informação de forma sistêmica, de uma maneira em que todos possam ter um acesso transparente e seguro.

“Temos clientes com 20 anos de base de dados e de uma variedade imensurável, mas é humanamente impossível processar essas informações com a rapidez ou a qualidade necessárias”, explica.

Ele acrescenta que, hoje, grande parte das informações das companhias sucroenergéticas estão em planilhas. “Imagina se o colaborador perde uma planilha ou um funcionário sai e leva as planilhas embora? As operações dessas empresas estão sob risco”, comenta.

Desafios de infraestrutura

O diretor da TOTVS não enxerga resistência por parte dos produtores e empresas para investir em soluções tecnológicas. O maior desafio é, na verdade, externo ao setor: a infraestrutura de comunicação. “Mesmo quando olhamos para estados mais desenvolvidos, como é o caso de São Paulo, há o que chamamos de áreas de sombra [regiões onde as redes 2G ou 3G apresentam ausência do sinal]”, diz.

Girardi analisa que o desafio para quem constrói as soluções nesse sentido é construir mecanismos que, em um menor espaço de tempo, façam os dados serem transformados em conhecimento. “A TOTVS tem desenvolvido sistemas que trabalham de forma offline. O sistema vai armazenando suas informações, por meio de um smartphone, um tablet ou um sensor e, quando tem o sinal, disponibiliza para a nuvem [termo usado para o armazenamento remoto de informações na internet]”, explica.

Dessa forma, os sistemas trabalham de forma online, contudo, se não houver conexão, eles têm a capacidade de armazenar os dados para depois distribuir as informações.

Executiva “do futuro”

Ela tem um pouco mais de sete meses de existência e tem tudo para se tornar um prodígio e revolucionar digitalmente as empresas, inclusive no campo. Sua inteligência supera os limites de qualquer ser humano. Entre tantas habilidades, ela entende de agronomia, administração, marketing, gestão financeira e gestão de pessoas, além de acompanhar em tempo real o sobe e desce dos preços das commodities e ser fluente em três línguas.

A executiva dos sonhos, entretanto, não é de carne e osso – Carol é um robô de inteligência artificial. Apesar de haver outros robôs como ela, a ‘executiva’ da TOTVS é a primeira nascida para atuar especificamente no agronegócio da cana.

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No momento, Carol está em fase de aprendizado, analisando dados do campo e da indústria. Mas, em breve, soluções dos segmentos da TOTVS estarão integradas à plataforma Carol (termo "powered by Carol"), apoiando os usuários na condução de suas tarefas e na recomendação de ações.

Segundo a TOTVS, o poder computacional alinhado à inteligência artificial tem oportunizado e estimulado grandes transformações no mundo, destacando-se a própria transformação digital. Soluções mais integradas, análises de resultados inteligentes, alta velocidade nas transações e precisão na geração de insights são os elementos que devem estar em mente quando falamos do assunto.

“Com a Carol, a nossa missão é identificar e dar apoio às resoluções de problemas da agroindústria, por meio de uma solução de inteligência artificial escalável e ao mesmo tempo simples, dispensando a necessidade de cientistas de dados em cada empresa”, afirma Girardi. Para isto, modelos ajudam a Carol a analisar os dados, encontrar padrões e gerar recomendações. A interação, além disso, pode ser realizada por linguagem natural – por comandos de textos e até por voz.

“Ela faz parte de algo que não existia até um certo ponto e no qual estamos trabalhando: conectar todas as pontas do processo produtivo com inteligência. A plataforma Carol é um motor cognitivo, baseado em inteligência, que, a partir desses inputs, consegue aprender e dar insights e informações, ou seja, conhecimento para os produtores”, diz.

Segundo o diretor, com a Carol, o usineiro consegue prever as consequências das escolhas. “É uma forma de dizer que do jeito que está não vai chegar devidamente naquilo que eu tinha planejado. As pontas do negócio passam a ser todas interconectadas com mais eficiência”.

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novaCana.com

Texto: Marina Gallucci

Edição: Renata Bossle

Infográficos: Jéssica Gelenski

Texto e infográficos produzidos pelo novaCana.com e patrocinados pela TOTVS

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