Banco Pine coloca em dúvida o otimismo sobre a safra 2017/18 no Centro-Sul

Em recente relatório sobre o mercado de açúcar, o Banco Pine destacou alguns elementos sobre a produção de cana-de-açúcar na região Centro-Sul. Esses dados estarão no radar para a formulação das próximas estimativas de produção mundial de açúcar, podendo afetar os preços.

As principais questões levantadas pelo banco – e que devem ter impacto na produção do adoçante pela principal região canavieira nacional – contribui para elevar as dúvidas sobre o otimismo com a produtividade agrícola que se espalhou pelo mercado após as chuvas do início do ano.

A argumentação não é exatamente nova, uma vez que em fevereiro o banco já alertava para a questão. Na ocasião, a instituição apontava que o comportamento das chuvas no fim do março seria decisivo. Agora, com a conclusão do mês de março, o banco acredita que já possui uma visão mais completa.

Além das chuvas, o economista do banco, Lucas Brunetti, destaca que a entrega de fertilizantes no 4º trimestre de 2016 contribuiu para essa perspectiva positiva da produtividade, afinal, a aquisição dos insumos é interpretada como a possibilidade de melhora nos tratos dos canaviais.

Especificamente sobre o mercado mundial de açúcar, a questão logística brasileira é um dos elementos que merecem atenção de acordo com o economista. “Com esse volume elevado, como vai ser manejado neste ano, é provável que tenhamos problemas que não são vistos há vários anos no açúcar”, apresenta.

Veja a seguir detalhes da visão dos analistas do banco Pine.

O texto acima é apenas uma breve introdução. Para ver esta página completa clique aqui e assine.

exclusivo assinantes

O texto completo desta página
está disponível apenas aos assinantes do site

veja como é fácil e rápido assinar

Etanol e Cana direto em seu email

Antes de sair, cadastre-se para receber as principais notícias do setor
Obrigado, não quero ficar informado.
Esqueci minha senha close modal