As 11 exigências do RenovaBio para os canaviais – dados farão diferença na lucratividade das usinas

A RenovaCalc pede dados objetivos sobre a etapa agrícola da produção dos combustíveis renováveis – do plantio da matéria-prima ao transporte para a usina

A promessa de rentabilidade do RenovaBio pode ser bastante atraente para as usinas do setor de açúcar e etanol. A entrada no programa, contudo, depende do preenchimento da calculadora do programa, a RenovaCalc, e da comprovação das informações apresentadas.

A ferramenta, que está em processo de consulta pública, exige números específicos para cada etapa de produção do etanol, a fim de calcular a emissão de gases de efeito estufa (GEE). Para a etapa agrícola – plantio, colheita e transporte de cana-de-açúcar à usina –, a lista de parâmetros cobrados envolve 11 itens que passam a ser de interesse direto das usinas e canavieiros, que serão afetados pela nota final.

As empresas que optarem por se preocupar com estes itens só quando o RenovaBio entrar em vigor, terão enormes surpresas e, lamentavelmente, pouco poderão aproveitar da receita extra com a venda de CBios. Neste momento, navegar por esta lista de 11 itens sinaliza um olhar atento para o futuro do negócio. Abre-se uma oportunidade para os CEOs, através dessas exigências, envolverem toda a empresa com o objetivo de melhorar a eficiência.

No texto abaixo, o novaCana continua sua série envolvendo os pontos crucias para usinas e canavieiros capitalizarem sobre o RenovaBio.

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